Archive for the ‘curiosidades’ Category
Uma almofada que você pode fazer hoje mesmo!
Você deu presente de natal para seus gatinhos? Não? Bem, ainda está em tempo. Veja que delícia de almofada:

Sem costuras!
Tudo que você precisa é: tecido, tesoura, régua e enchimento para travesseiro. A melhor parte é que essa almofada é feita sem costuras! Até eu vou tentar.
Veja como é simples no passo-a-passo da almofada sem costura. Sim, está em inglês, mas as ilustrações explicam tudo direitinho. Observe o seguinte:
- Você pode usar o mesmo tecido para os dois lados, ou tecidos diferentes – fica a seu critério.
- As medidas estão em polegadas (inches). Uma polegada tem aproximadamente 2,5 cm. Use um conversor pra facilitar.
- Dê nós duplos para evitar que ele se desfaça.
- Sempre corte tecidos com uma tesoura afiada e, de preferência, usada só pra isso.
- Em Brasília, você encontra recheio para almofadas/travesseiros na Pioneira da Borracha.
É tão fácil que dá pra fazer antes do ano novo.
Falando em ano novo… um Feliz 2012 para você e seus bichinhos!
Criação, foto e gato: scoochmaroo.
Há pessoas e pessoas.
Enquanto esperava atendimento numa loja, a televisão mostrava as enchentes no Rio de Janeiro. Não consegui ouvir os detalhes, não sei em que cidade aconteceu. O que vi foi uma mulher no topo de um telhado, desesperada pela água que subia rapidamente, cercava toda a casa e ameaçava arrastá-la. Junto da mulher, um cachorro. Talvez vira-lata. Certamente muito amado. Apesar das chances reais de morrer, a mulher preocupava-se com seu cachorro. Segurava-o. Queria salvá-lo. Não tinha nenhum bem material além da roupa do corpo. Havia apenas o cão.
Ao lado, um prédio bem mais alto. Duas pessoas, em vez de fingirem que nada estava acontecendo, tentaram ajudar a mulher. Arranjaram uma corda e conseguiram jogar-lhe uma ponta. Ela se amarrou e segurou a corda com uma das mãos; com o braço livre, agarrou o cachorro. Sabendo que essa era a única chance de sobrevivência para ambos, atirou-se ao rio que se formara e confiou naqueles dois homens que lhe davam uma esperança.
Segundos depois, a mulher apareceu na superfície da água. Mãos vazias. A correnteza foi mais forte e arrastou o cachorro para a morte certa. A mulher, chorando o tempo todo, foi içada pelos homens. Não sei o que ela dizia. Imagino que estava em choque, assustada, lamentando a perda das suas coisas e do amigo que com tanta determinação ela tentou salvar. Amigo que, talvez, até pudesse ter saído antes do pior momento (não dizem que os animais pressentem mudanças meteorológicas?), mas certamente não abandonaria a dona, por não ser da sua natureza.
Ao meu lado, durante toda a reportagem, um senhor – provavelmente um cidadão respeitável, ciente de suas obrigações, da mais elevada moral e de reputação ilibada – reclamava: "Não é possível! Ela está preocupada com um cachorro! Que ridículo, nessa situação ela preocupada com um bicho!".
Eu me lembrava das minhas gatas. Se um incêndio tomasse meu apartamento, tenho certeza de que meu principal objetivo seria salvá-las. Se não conseguisse… bem, eu podia imaginar a dor daquela mulher.
O que não podia entender era o descaso daquele sujeito ao meu lado. Será que nunca amou um animal? Será que nunca sequer conviveu com alguém que amasse um bicho? Seria absolutamente incapaz de ao menos ter empatia pela mulher que tentava salvar seu cachorro?
Como alguém pode criticar uma pessoa que tenta salvar seu animal da morte certa? Que tipo de ser humano é esse, afinal?
Na televisão, as últimas cenas dos homens que resgataram a mulher. Não sei o que pensaram sobre o cachorro, mas sei que fizeram o que podiam naquela crise. Não se omitiram.
Diante de um sujeito como o da loja, dá vontade de torcer pela extinção da raça humana. Aí, lembro da mulher lutando pelo cachorro e dos homens tentando salvá-la e até posso tentar acreditar que isso aqui ainda tem conserto.
Mas bem que podia rolar uma extinção seletiva.
Kitty, a Gatinha Mochileira

Com Guillaume, protegida do sol.
Minhas gatas vivem muito felizes num apartamento e, se depender de mim, não se perderão pelas ruas. Kitty, entretanto, tem uma rotina bem diferente – e também feliz. A linda gatinha tigrada adotou Guillaume e Laetitia, um casal francês que encarou a aventura de percorrer a pé 15.000 quilômetros, de Miami (EUA) a Ushuaia (Argentina) – uma viagem de três anos! A gata, muito esperta, passa boa parte do tempo entre as mochilas do casal, mas também arrisca suas caminhadas.
Kitty foi encontrada com cerca um mês de vida, em novembro de 2008. Os aventureiros ainda estavam na Luisiana (EUA), mal fazia dois meses que a viagem começara. A gatinha mostrou-se uma grande companheira e ganhou até guarda-sol para viajar sobre a mochila de Guillaume sem se queimar.
Desde setembro de 2009 Laetitia não faz mais parte da expedição. Guillaume e Kitty, porém, continuam firmes e fortes. A atualização mais recente do diário de viagem (em francês) é de agosto deste ano, da Colômbia. Kitty, perto de completar dois anos de vida, já virou assunto no Discovery Channel e provavelmente é a gata mais viajada do mundo!

Fazendo pose em Chiapas (México).
Quando a aventura acabar, Kitty voltará para a França com Guillaume.
Dica: Lu Freitas.
Imagens: Turn of the World.
Outros Miados # 001
Coleção da MAC inspirada em felinos. Não sou mais tão fã da MAC como já fui, mas o tema da coleção me interessou por motivos óbvios.
Venda de filhotes é proibida em pelo menos 35 cidades dos EUA. Bem que a ideia podia vingar por aqui.
Campeonato de Gato Sincronizado. Pra sexta-feira passar mais rápido.
Gatos e Ikea: Happy Inside. A loja de móveis Ikea resolveu filmar uma propaganda usando 100 gatos. O resultado é fofo, mas eu não deixaria minhas gatinhas se meterem nessa encrenca!
