Duas adoções muito especiais

Por Lu, em 03/11/2009, sobre histórias
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As protetoras de animais sempre têm vários gatinhos e cachorros fofos aguardando adoção – é só espiar os sites e o orkut para encontrar seu bichinho. Mas a Suzane, que conheço pessoalmente, está com dois protegidos muito especiais…

São animais amorosos, mas com uma vidinha curta pela frente. Parte o coração imaginar que eles jamais conhecerão um lar de verdade, um humano para chamar de seu, um espaço maior que uma gaiola. A Suzane se responsabiliza por ração, medicamentos, tratamento, idas ao veterinário. Tudo que ela quer é que esses bichinhos tenham um fim de vida feliz.

Ambos estão em Brasília. Veja as fotos e conheça a história de cada um, pela própria Suzane.

Edgar

Tem por volta de 4 meses. É portador de FELV que já se manifestou, o que significa que não terá vida longa. Já passou por 3 transfusões – atualmente está comendo bem, alegrinho. Toma 2 medicamentos (um corticóide e um complexo vitamínico). É super quieto, dócil, carente, dengoso – quando o coloco no colo, esfrega o queixinho no meu pescoço. Esta internado – vive numa gaiola e se tivesse um lar, com certeza teria mais chances de se sentir melhor. Está castrado. O maior cuidado com Edgar é observar se pára de comer – é o sinal que precisa de transfusão. Tem que ser filho único, irmão de gatinhos com FELV comprovada ou de cães.

Edgar, gatinho com FELV, precisa de um lar!

Edgar, gatinho com FELV, precisa de um lar!

Tomas

Tem carcinoma (tumor retirado no pescoço) e uma glândula salivar entupida, o que faz o líquido acumular e criar o "papo". Não pode mais ser operado. Está bem, é alegre, quietinho, adora sua caminha e ossinhos. Come bem e é super limpinho, não late. Está castrado. É porte pequeno, mesticinho de pincher. Ainda não sabemos se fará quimioterapia: a primeira opinião nos assustou, pois os veterinários prescreveram 52 semanas de quimio, sem quase  nenhuma chance de curá-lo. Esta semana vamos ouvir uma 2ª opinião, para então decidirmos o que fazer. Mas não precisa ficar internado.

Tomas, cachorrinho com câncer, precisa de um lar!

Tomas, cachorrinho com câncer, precisa de um lar!

É preciso saber que não terão uma vida longa, e significaria muito que esse tempo fosse passado longe de uma gaiola de clínica. Você pode receber um deles na sua casa? Se puder, deixe um comentário (preencha o campo de email) que o encaminho pra Suzane. Você também pode escrever direto para svpi@hotmail.com.

PS: se você não puder adotar, por favor, divulgue! Já é uma enorme ajuda!

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Oi!

Por Barbarella, em 27/10/2009, sobre histórias
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Sou de poucas palavras (prefiro dormir), mas quero contar para vocês que, depois que os tios médicos disseram que eu precisava perder peso, a Mamãe trocou nossa comida (já tem um mês… não disse que eu prefiro dormir?) e agora a gente come ração de adulto, tá!?! Tem formato de florzinha e sabor frango (eu acho até mais gostosa que a de salmão; continuo comendo um monte, HEHEHE) e deixa meu pelo uma delícia de macio!!!

Era isso. Beijo, gente. Agora vou voltar para o meu cochilo.

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Cadê o cotonete?

Por Rebecca, em 19/10/2009, sobre Perséfone, histórias
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Entre as trocentas mensagens que troquei com meus pais durante minha viagem à França (que contavam, inclusive, sobre a compra do tal "iogurte" para gatos), havia algumas tratando de uma coceira insistente no ouvido de Perséfone, pretinha safada e dada a se esfregar no chão do hall do elevador…

Pois bem, o que começou como uma suspeita minha de mera sujeira foi diagnosticado - por uma vet elogiadíssima por meu pai e minha mãe, aliás - como fungo malassezia e tratado com gotinhas diárias de um remédio que, aparentemente, funcionou. Até que, um mês após minha volta, retornou também o coça-coça. Repeti o procedimento (uma semana inteira) para ver se resolvia. Aí fomos a um segundo médico que, infelizmente, disse que as tais gotas não eram mais eficazes, e que o fungo se tornara berço para uma infecção por bactérias. Argh.

Sete dias limpando o conduto auditivo com soro especial, de 12 em 12 horas, e aplicando uma pomada (que apelidei de "creminho melequento") sob veementes e enérgicos protestos da minha filha. Põe a menina na caixa de transporte e se manda para nova consulta, com miados sentidos na ida e na volta: resultado? mais dois dias de medicação. Outra vez: arranhões, gritinhos estridentes e xixi no edredom… e mais dois dias. Minha camiseta de dormir já havia virado um trapo. Viajei, voltei, e tornei a limpar suas orelhinhas por outras 48 horas. Quarta consulta, e ainda dois ou três dias para se livrar totalmente da $#&*%!@ da bactéria…

A essa altura, eu já me acostumara a esta vida dia-sim-dia-também de perseguições matinais e noturnas com soro, algodão, gaze, pomadinha na mão para um "dia-sim-dia-não" de perseguição vespertina tentando enfiar uma gata elétrica na caixinha de transporte. Meus braços, costas, meus pijamas, a camiseta dos meninos da clínica, tudo o que era rasgável foi rasgado; minha cara, arranhada; cobertas, ratinho e snacks (postos na caixa para atrair a paciente), devidamente banhados com urina. Em pelo menos um dia de consulta, ela me venceu – ficou em casa, após uma hora e meia de duelo - e eu fui cuidar da vida. Em outro, quem trocou a saída por mais duas sessões de pomada fui eu.

Digo tudo isto porque hoje finalmente RECEBEMOS ALTA! Agora só preciso (fichinha!!!) manter uma higiene semanal nos ouvidos da minha Preta – ou melhor, morena(*) – sestrosa.

 

(*) Esta palavra será, em breve, tema de um novo post.

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Falta algo na pintura…

Por Lu, em 15/10/2009, sobre links
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Clique aqui e comprove que toda paisagem fica melhor com um gatinho. ;)

(Dica da Carol Linden.)

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Pãozinho

Por Rebecca, em 11/10/2009, sobre Barbarella
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Antes que a ocasião se perca, quero deixar aqui registrado que minha filha caçula fez suas primeiras (tímidas) tentativas de amassar minha coxa. Sim, e eu fiquei muito envaidecida com isso!

Tudo começou quando, há uns 30 dias, Baré – fugindo da caixa de transporte que a levaria ao veterinário – fez xixi em mim. Aí ela deve ter pensado "se eu posso mi*ar nesta mulher e ela ainda me ama, estou segura…" Depois desse dia, minha gorducha (4,800 kg!!!) ficou mais dengosa comigo, solicitando cafunés e cosquinhas na barriga sem a prévia cerimônia. Passou a dormir mais na minha cama, enroscada em mim, e pelo menos uma vez acordei de madrugada com suas patinhas esticadas para tocar meu rosto.

Até que ontem, retornando de uma semana fora, fui presenteada com esse carinho.

Claro; ainda falta muito para que ela aprenda a massagear com a mesma força da Pepê (fala sério, aquilo é uma verdadeira drenagem linfática!), mas estamos, após quase 7 meses de convivência, chegando lá.

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Gato francês é que é feliz.

Por Lu, em 29/09/2009, sobre curiosidades
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Importado diretamente de Paris pela Rebecca, gateira e corista internacional:

Iogurte pra Gato

Bebida Láctea para Gatos. A gente véve e não vê tudo.

Decididamente, os franceses sabem como mimar seus gatinhos.

Será que assim minhas gatas parariam de tentar beber o meu iogurte?

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