Parkour
Por Perséfone, em 06/03/2009, sobre histórias
Tags: entretenimento, saúde
(DA SÉRIE "ESPORTES RADICAIS"; CAPÍTULO 1)
Desde pequenininha aprecio viver emoções extremas. Da clínica em que fiquei por um tempo, inclusive, saí com a alcunha de "Pantera" (detalhe: ninguém sabia meu sexo!) e, conforme, minha mãe humana já andou declarando por aqui, minha energia é abundante. Então, é com grande alegria que eu estréio hoje esta coluna de X-Games com uma modalidade muito legal e divertida que não requer equipamentos ou treinamentos especiais… só muito gás!!!
Segundo a tal da Wikipedia, o PK ou l'art du déplacement (em português: arte do deslocamento) é uma atividade com o princípio de se mover de um ponto para outro da maneira mais rápida e eficiente possível, usando principalmente as habilidades do corpo. Foi criado para ajudar alguém a ultrapassar barreiras que poderão ser qualquer coisa no ambiente circundante — desde pufes e brinquedinhos até sofás e mesas de jantar. De acordo com seu fundador David Belle, não é exatamente um esporte radical, mas uma disciplina. O espírito no Le Parkour é guiado em parte a superar todos os obstáculos em seu próprio caminho como se estivesse em uma emergência. Você deve se mover de tal maneira, com quaisquer movimentos, para ajudá-lo a ganhar a maior vantagem possível de alguém ou em alguma coisa, quer seja escapando daquilo ou caçando em direção a isso.
Particularmente, gosto muito de praticar à noite, entre a sala e o quarto de dormir (fazendo um circuito em "S" desenvolvido por mim, da porta da varanda para a cama da Rebecca). Ela até já sabe, quando o relógio dá umas onze e meia da noite, que está na hora do treino. Às vezes, aliás, é bem engraçado incorporá-la à sequência e alternar entre suas pernas esquerda e direita, como um "mini-pique-pega". Se estiver deitada lendo então, melhor ainda: o livro entra no esquema também!
(NO PRÓXIMO CAPÍTULO: Luta Livre)

Mel é a dona da Lu e irmã gêmea da Perséfone. Adora caçar o rabo da Cacau e não se conforma que sua humana precise dormir sete horas seguidas. Seguidas!
Cacau é a mais nova irmã mais velha da Mel. É uma manteiga derretida, mas vira uma onça se perturbam seu sono de beleza.
Perséfone, a gêmea negra, curte hairstyling e esportes radicais. Já praticou mergulho na privada, mas não pretende repetir a experiência.
Barbarella é a cara da mãe! Colorida, conversadeira e comilona. Totalmente "na dela", só sai de seu aconchego quando a Perséfone cutuca.
Sofia é uma gatinha himalaia, libriana e que adora tirar uma sonequinha a qualquer hora do dia. Os brinquedos preferidos são uma bolinha de lã e os pés da mamãe.
Colo é um ragdoll que se desmancha nos braços de qualquer um. Por amor à primeira vista, largou o gatil por uma dona que permite que ele durma 20 horas por dia.
Amanda disse em 06/03/2009, 14:19:
Oi, mulher!
Aqui é a Amanda, ex-integrante do Coral da UnB. Fui fuçar seu orkut para ver melhor a foto do perfil que você tinha mudado e vi lá esse endereço de blog.
Pois é. Dei umas lidas e ADOREI! Adorei mesmo. Sinceramente, nunca gostei muito de gatos, mas sempre amei animais. Só que só de ler esses textos aqui me deu vontade de ter uma gatinha pra rasgar as minhas cortinas! Hihi.
Mal posso esperar pelo próximo capítulo!
Beijos!!!
Mel disse em 10/03/2009, 19:30:
Ôba, luta livre eu também conheço! A gente já brincou juntas, lembra, mana? E a Caca, minha irmã adotiva, também gosta bastante de brincar de luta! Tá certo que no começo eu só apanhava, mas agora eu bato também!!